Santos: Marcelo Teixeira entra em ‘pânico’ após informação revelada
Santos vem de uma eliminação inesperada na Copa Sul-Americana e vê situação financeira se…
O Santos atravessa um momento financeiro delicado nos bastidores. Segundo informações da Placar, o clube acumula compromissos em atraso e, atualmente, não possui recursos suficientes nem um prazo definido para regularizar todas as pendências.
Uma pessoa ligada à gestão descreveu a situação afirmando que o Peixe está de “chapéu na mão”. Entre os problemas mais imediatos estão dois meses de direitos de imagem atrasados.
Santos tentou antecipar receitas
Na tentativa de conseguir recursos, a diretoria buscou antecipar receitas referentes ao Campeonato Paulista, mas a operação não avançou.
O dinheiro seria importante para o fluxo de caixa do clube. De acordo com a publicação, a folha salarial do elenco se aproxima de R$ 30 milhões mensais.
A eliminação para o Atlético-MG nas quartas de final da Sul-Americana também afetou o planejamento. O Santos trabalhava com a expectativa de chegar à decisão e deixou de receber aproximadamente R$ 4,1 milhões em premiação somente pela queda nas quartas. Considerando uma possível bilheteria, o impacto ultrapassaria R$ 5 milhões.
Caso conquistasse o torneio, o clube poderia embolsar aproximadamente R$ 50 milhões ao longo da campanha, segundo os valores citados pela publicação.
Uma das alternativas avaliadas para aumentar as receitas é vender mandos de campo ou realizar partidas em São Paulo. A possibilidade, entretanto, enfrenta forte resistência dentro do elenco.

Dívidas aumentam pressão sobre o Santos
Os problemas não se limitam à folha. O Santos ainda precisa resolver a dívida com Pedro Caixinha e sua antiga comissão técnica, após decisão judicial esportiva que determinou pagamento à vista de aproximadamente R$ 15 milhões.
A empresa responsável pelos cuidados do gramado da Vila Belmiro também estaria há cinco meses sem receber.
Os números apresentados pelo Conselho Fiscal ajudam a dimensionar a situação. Conforme a Placar, o déficit do segundo trimestre ficou 62% acima do valor orçado, enquanto outros R$ 119,6 milhões foram acumulados em dívidas. Em 30 de junho, o passivo total do Santos havia chegado a R$ 1,2 bilhão.

Além disso, o clube terá de pagar R$ 17,3 milhões ao volante Zé Rafael pela rescisão contratual. O montante foi dividido em 48 parcelas.
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