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Como o Santos foi do transfer ban a reforços de peso? Entenda

Entenda como o Santos mudou o cenário nos bastidores.

Por Matheus Braga · 3 min de leitura
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Santos
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O Santos veio a público explicar a ofensiva por reforços “pesados” registrada nos últimos dias, movimento que ocorre apenas 13 dias após o clube derrubar o transfer ban na FIFA. A informação é do UOL, que detalhou os bastidores financeiros por trás das contratações recentes do Peixe.

Como o Santos resolveu o transfer ban da FIFA?

Depois de anunciar Rodinei, Arthur e Lima, o Santos encaminhou a chegada de Everton Cebolinha e ainda negocia com Philippe Coutinho. Segundo o UOL, a movimentação ocorre menos de duas semanas após o clube quitar, com ajuda da NR Sports, empresa da família Neymar, uma dívida de 2 milhões de euros, cerca de R$ 12 milhões, com o Monaco, o que permitiu encerrar o transfer ban imposto pela entidade.

Como o Santos reduziu a folha salarial para bancar os reforços?

De acordo com o levantamento do UOL, a diretoria santista afirma ter reduzido a folha salarial em cerca de R$ 7 milhões mensais após 10 saídas do elenco ao longo da janela. Mesmo com o ajuste, o clube acumulou dois meses de atraso em direitos de imagem, valores quitados apenas em 22 de agosto.

O cenário mostra que, apesar da ofensiva por reforços, o Santos ainda lida com pendências financeiras recentes, equilibrando a necessidade de fortalecer o elenco com o controle das contas do clube.

Por que os contratos dos reforços são tão curtos?

Segundo o UOL, o Santos realocou parte dos salários dos atletas que deixaram o clube para bancar a chegada dos novos reforços. A diretoria também destaca que todos os jogadores contratados chegaram livres no mercado ou por empréstimo, sem grandes compensações financeiras entre clubes.

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Rodinei assinou contrato até o fim de 2027, enquanto Arthur e Lima firmaram vínculos de apenas 4 meses com o Santos. O mesmo modelo de contrato curto vem sendo utilizado nas negociações em andamento com Cebolinha e Coutinho, estratégia que reduz o comprometimento financeiro do clube a médio prazo.

A explicação do Santos reforça a lógica por trás de uma das janelas mais movimentadas do clube nos últimos anos, equilibrando o fim do transfer ban, o corte na folha salarial e contratos de curta duração para viabilizar a chegada de nomes de peso ao elenco comandado por Cuca.

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