Coletiva Santos: Treinador destaca desempenho coletivo do Peixe e afirma que equipe segue competitiva mesmo sem o camisa 10
Coletiva Santos: O técnico Cuca valorizou o empate por 1 a 1 do Santos contra o Palmeiras, neste sábado, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A. Mesmo sem Neymar, o treinador destacou a postura da equipe e afirmou que o time vem apresentando evolução coletiva.

Coletiva Santos: Além disso, o comandante santista demonstrou satisfação com o desempenho apresentado fora de casa. Segundo ele, o Peixe conseguiu executar bem a proposta tática planejada para o clássico. Dessa forma, o empate foi tratado como resultado importante diante do líder da competição.
Durante a entrevista coletiva, Cuca afirmou que o time tem mostrado competitividade independentemente da presença do camisa 10. O treinador destacou boas atuações recentes mesmo em partidas que terminaram com resultados negativos.
O técnico também reconheceu a sequência de empates e a dificuldade da equipe para transformar desempenho em vitórias. Apesar disso, avaliou que o crescimento coletivo já aparece dentro de campo. Assim, acredita que os resultados positivos tendem a surgir naturalmente.
Além disso, o treinador comentou a ausência de Neymar, que ficou fora do clássico por questões relacionadas ao gramado sintético. Curiosamente, o próprio comandante santista elogiou bastante as condições do campo do rival.
Coletiva Santos: Segundo Cuka, o gramado sintético da arena alviverde apresentou qualidade elevada e boas condições para o jogo técnico. Ainda assim, o treinador ressaltou que entende preocupações físicas específicas do camisa 10, especialmente por conta das dores no tornozelo.
Dentro de campo, o Santos conseguiu controlar boa parte do primeiro tempo. O time abriu o placar com Benjamín Rollheiser e ainda criou oportunidades para ampliar a vantagem. No entanto, sofreu o empate de Flaco López na etapa final.
Mesmo assim, Cuca aprovou a atuação ofensiva da equipe. O treinador explicou que o plano de jogo apostava em mobilidade, aproximação e jogadores leves no setor ofensivo. Dessa maneira, o time tentou evitar ligações diretas e priorizou posse de bola qualificada.
Além disso, o técnico lamentou as chances desperdiçadas pelo Peixe ao longo do clássico. Segundo ele, o time entrou diversas vezes em condições claras de finalizar. Porém, faltou eficiência para transformar superioridade momentânea em vantagem maior no placar.
Nos minutos finais, o rival chegou a marcar o gol da virada. Entretanto, a arbitragem anulou o lance após revisão do VAR por toque no braço de Jhon Arias. Assim, o empate acabou sendo mantido até o apito final.
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