Santos FC: Alexandre Mattos está na berlinda e Peixe quer tirar diretor de rival da série A

O Santos FC movimenta os bastidores do futebol brasileiro com uma possível reformulação em seu departamento executivo. A continuidade de Alexandre Mattos no cargo de diretor de futebol balança após pressões internas recentes.

De acordo com informações do portal RTI Esporte, o Peixe manifestou interesse na contratação de Marcos Braz. O dirigente possui um currículo extenso com passagens vitoriosas pelo Flamengo e também pelo Remo.

Contudo, a negociação enfrenta barreiras burocráticas severas que impedem uma evolução imediata nas conversas oficiais. O estatuto social do Flamengo surge como o principal obstáculo para o desfecho positivo do negócio.

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Foto: Reprodução

Barreiras regimentais e o conflito de interesses no Rio

Marcos Braz ocupa atualmente o cargo de conselheiro dentro da estrutura política do Clube de Regatas do Flamengo. O regulamento interno da agremiação carioca proíbe que seus conselheiros exerçam funções remuneradas em clubes rivais.

Como o Santos FC disputa as mesmas competições nacionais que o Rubro-Negro, a incompatibilidade torna-se absoluta e incontestável. Essa regra visa preservar o sigilo estratégico e evitar o conflito de interesses direto.

Dessa forma, a diretoria santista liderada por Marcelo Teixeira estuda alternativas viáveis para o setor. O clube busca um perfil que combine agressividade no mercado com vasta experiência em gestão.

Perspectivas para o departamento de futebol do Santos FC

A demissão de Alexandre Mattos não está descartada pela alta cúpula da Vila Belmiro neste momento. O dirigente enfrenta críticas quanto ao modelo de montagem do elenco para a temporada de 2026.

Certamente, as próximas horas serão decisivas para o futuro do planejamento estratégico do Santos FC no Brasileirão. A torcida aguarda definições claras sobre quem comandará as próximas janelas de transferências internacionais.

Enquanto isso, Marcos Braz segue vinculado oficialmente ao Flamengo devido às imposições estatutárias vigentes no Rio de Janeiro. O mercado da bola permanece atento aos próximos movimentos políticos desta disputa interna.