Santos FC encara tabu indigesto no Paulistão: “34 anos”

Santos FC enfrenta o Grêmio Novorizontino fora de casa, em jogo único, carregando retrospecto amplamente desfavorável em Novo Horizonte

O Santos FC terá um desafio histórico nas quartas de final do Campeonato Paulista. Neste domingo, às 16h, o time enfrenta o Grêmio Novorizontino no Estádio Jorge Ismael de Biasi, o tradicional Jorjão.

O palco, porém, carrega números preocupantes para o torcedor santista. Ao longo da história, o rendimento do Santos FC em Novo Horizonte é extremamente baixo.

Em 15 partidas disputadas no estádio, o aproveitamento alvinegro é de apenas 15%. O retrospecto registra uma vitória, quatro empates e dez derrotas.

Os dados consideram confrontos contra o atual Grêmio Novorizontino, fundado em 2010, e também diante do extinto Grêmio Esportivo Novorizontino, encerrado em 1999.

Fonte: GE

Foto: Divulgação / Paulistão - Santos FC
Foto: Divulgação / Paulistão

Apesar das semelhanças visuais, como cores e mascote, trata-se de clubes juridicamente distintos. Não existe herança oficial de títulos ou registros esportivos.

Ainda assim, o tabu permanece incômodo. O Santos jamais venceu o Grêmio Novorizontino atual no Jorjão.

Em seis partidas contra o clube da cidade, foram quatro derrotas e dois empates. O resultado mais recente ocorreu em 2025, no empate sem gols.

Aquela partida marcou a reestreia de Neymar como titular do Santos. Mesmo assim, o cenário hostil se manteve.

A última vitória santista em Novo Horizonte aconteceu em 1991. Na ocasião, o adversário ainda era o clube extinto.

Desde então, o Estádio Jorge Ismael de Biasi consolidou-se como território desfavorável. O local passou a simbolizar dificuldades recorrentes.

Agora, o confronto eliminatório amplia a pressão. Não há margem para erro no formato de jogo único.

O Grêmio Novorizontino, por sua vez, aposta no fator casa. O clube construiu histórico positivo diante do Santos.

Dessa forma, o Santos tenta quebrar um tabu de quase 35 anos. A classificação depende de superação histórica e eficiência imediata.